disfunção erétil ou impotência atinge atualmente quase 50% dos brasileiros com idades entre 40 e 80 anos. Nos mais jovens a principal causa da problema costuma ser a ansiedade. Nos homens mais velhos os causadores são as doenças crônicas como diabetes, colesterol descontrolado, hipertensão arterial e obesidade, além do sedentarismo e do tabagismo.

Sintomas da disfunção erétil

  • Redução do tamanho e da rigidez peniana
  • Incapacidade de obter ou manter a ereção até o término do ato sexual

Causas da disfunção erétil

  • Disfunção hormonal
  • Deformidades penianas
  • Doença vascular periférica (redução do fluxo sanguíneo para o pênis)
  • Neuropatia (distúrbio das funções do sistema nervoso)

Descobrindo a disfunção erétil

Todo homem normalmente apresenta ereções durante o sono profundo. Quando essas ereções espontâneas estão presentes e são satisfatórias, é um sinal de que o mecanismo de ereção (parte vascular e neurológica) está preservado. Portanto, nesses casos, o distúrbio tende a ser de fundo psicológico.

Existe um exame peniano, o ecodoppler, que mede o fluxo arterial e identifica possíveis obstruções. Outro método para ajudar no diagnóstico são as injeções intracavernosas (ou teste de ereção fármaco-induzido – TEFI) que aumentam o fluxo sanguíneo das artérias, diminuem o calibre das veias e relaxam a musculatura local, produzindo a ereção.

A saúde sexual masculina quase sempre é deixada de lado. A consulta com um especialista é muito importante. A avaliação urológica que é realizada em consultório médico demora em torno de 20 a 30 minutos.

As formas de tratamento são desde remédios até cirurgia. Para saber qual será melhor no seu caso, é necessário o acompanhamento com o especialista. Em 80% dos casos o remédio via oral resolve o problema. Em alguns casos são necessários outros métodos como, por exemplo, autoinjeção e implante de prótese peniana.