Muitas pessoas ainda não fazem uso do preservativo e com isso algumas doenças ainda se encontram presentes em nossa sociedade, como é o caso da gonorreia, uma DST que se não for tratada causa muitos danos ao trato urinário.

A gonorreia é causada por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae, que também é conhecida como gonococo. A infecção é transmitida sexualmente por contato oral, vaginal ou anal. Por esta razão, recomenda-se o uso do preservativo em todas as relações sexuais.

Quais são os fatores de risco?

Alguns fatores considerados de risco podem facilitar a contaminação com a bactéria causadora da gonorreia

  • Pouca idade: a inexperiência é o fator causador de muitas doenças, pois a falta de conhecimento evita as prevenções necessárias.
    Ter vários parceiros sexuais e não fazer o uso da camisinha facilita a disseminação.
    Ter um parceiro com histórico de infecção sexualmente transmissível.

Principais sintomas da gonorreia

Os sintomas se iniciam de 3 a 7 dias após o contágio e são de intensidade variável.

Sinais da gonorreia no homem:

  • Dor e ardência ao urinar
  • Corrimento uretral purulento: saída de secreção abundante amarelada pela uretra.

Sinais da gonorreia na mulher:

  • Dor pélvica e ardência ao urinar
  • Corrimento vaginal com cor amarelada e odor desagradável
  • Sangramento fora do período menstrual

A gonorreia também pode surgir em outras partes do corpo como:

  • Na garganta: o paciente pode ter dor e dificuldade ao engolir ou possuir placas amareladas na garganta
  • Nos olhos: o paciente pode ter dores, sensibilidade à luz ou secreção de pus em um ou nos dois olhos
  • No reto: os sintomas são dor, coceira, secreção de pus e sangramentos
  • Nas articulações: se a bactéria afetar alguma das articulações do corpo, esta área poderá ficar quente, vermelha, inchada e muito dolorida

Tratamento da gonorreia

Existem dois objetivos primordiais quando se trata do tratamento de uma doença sexualmente transmissível. Primeiramente busca-se a cura para a infecção do paciente e em segundo lugar a interrupção da cadeia de transmissão da doença através do tratamento do parceiro(a) sexual do paciente.

Por se tratar de uma doença bacteriana, o tratamento é realizado por meio de antibióticos. É muito importante visitas regulares de acompanhamento ao médico, após os primeiros sintomas serem erradicados até confirmar a cura da doença.