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Calor aumenta a incidência de pedra nos rins

As temperaturas elevadas aumentam cerca de 30% os riscos de pedra nos rins nesta época do ano. Isso acontece porque as pessoas transpiram mais e, consequentemente, não ingerem líquido o suficiente. Cerca de 12% dos homens e 5% das mulheres apresentarão sintomas decorrentes de cálculo renal até os 70 anos de idade.

As altas temperaturas podem trazer um efeito nada agradável para o organismo: o cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins. O principal motivo é a maior perda de líquido pela transpiração. Outro fator é a baixa ingestão de líquidos e a baixa frequência com que bebemos água. Com o calor, a incidência de pedra nos rins aumenta mais de 20% nesta época. Para evitá-las, é fundamental ingerir bastante líquido e usar roupas mais leves, evitando, assim, a transpiração excessiva.

A hidratação insuficiente nos dias mais quentes pode agravar o problema. As pessoas que tomam pouco líquido tendem a ter a densidade da urina acima da média, o que favorece o agrupamento de cristais que formam as indesejáveis pedras. O ideal é seguir a já reconhecida recomendação de beber, pelo menos, dois a três litros de água por dia. O cuidado deve ser redobrado também para quem já teve formação de cálculo uma ou duas vezes.

Além disso, a hidratação errada contribui também para o aparecimento de cálculos. Não adianta tomar bastante água todos os dias se beber tudo de uma única vez. Isso gera uma sobrecarga nos rins que movimenta o cálculo. É muito importante distribuir a ingestão da água ao longo do dia.

Outro fator são as substâncias contidas em refrigerantes e sucos industrializados. Estes líquidos sobrecarregam os rins. Cuidar da alimentação também é fundamental! Suplementos alimentares de proteína e alimentos salgados são prejudiciais, pois o que carrega o sal para dentro da via urinária é o sódio.

Saiba mais!

O cálculo renal é uma aglomeração endurecida - semelhante a uma pedra - que se forma no sistema urinário (rim, ureter, bexiga ou uretra). Pode acometer pessoas de todas as idades, porém, são mais frequentes no sexo masculino. Cerca de 12% dos homens e 5% das mulheres apresentarão sintomas decorrentes de cálculo renal até os 70 anos de idade.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% da população mundial sofre com esse tipo de complicação pelo menos uma vez ao longo vida. Dores unilaterais acompanhada por uma forte cólica abdominal são um dos principais sintomas. Além desses, a doença pode ser identificada por meio de outros sinais: febre alta, dor e sangramento ao urinar, enjoos e vômitos, fortes dores nas costas - que limitam os movimentos - e vontade constante de urinar.

Para constatar o problema, é necessário ir ao urologista. Uma das alternativas do tratamento é a cirurgia. Mas, calma! Esse procedimento não é a única saída. Por meio de um diagnóstico preciso e completo, a eliminação do cálculo pode ocorrer pela ingestão de líquidos e remédios.

Visto que é um problema que atinge milhares de pessoas, a rotina de cuidados e de acompanhamento médico são fatores fundamentais para a precaução do problema, diagnóstico e tratamento.

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Valores

Missão

“Oferecer serviços na área de urologia com excelência e manter um atendimento humanizado”.

Histórico

Em meados de 1980, a totalidade de médicos urologistas na Capital Federal mal ultrapassava a casa dos trinta profissionais, cujas atividades se desenvolviam predominantemente no serviço público. O Hospital de Base do Distrito Federal era a unidade hospitalar onde se concentrava a maior parte destes e que tinha por escopo prestar assistência médica urológica a população de Brasília e entorno e de fomentar a formação de novos profissionais.

A prestação de serviços no setor complementar privado, em sua maior parte, era fragmentada ou mesmo praticada de forma individualista e quase sempre orbitando em torno da força do setor público.

Testemunhando o crescimento e desenvolvimento de Brasília, em 1986, quatro profissionais oriundos do Hospital de Base juntaram esforços com o núcleo do Hospital Santa Luzia, constituindo o UROCENTRO – Centro Urológico de Brasília, com sede no Hospital Santa Luzia.

O grupo inspirou-se na missão de oferecer serviços médicos na especialidade de urologia à uma clientela que, por razões diversas, demandava atendimento no setor privado, talvez por ser mais ágil e eclético.

A equipe então nascente, tinha por valores: qualidade dos serviços prestados, responsabilidade, inovação, observância dos preceitos éticos da medicina, humanização dos serviços oferecidos, atualização contínua do conhecimento da especialidade, disponibilização de novos instrumentais e tecnologias à comunidade assistida e interação com especialidades correlatas.

Em 1989, com pequenas alterações no grupo original, o UROCENTRO mesclou-se com o núcleo do Hospital Santa Lúcia e se consolidou como o primeiro grupo de especialistas em urologia de Brasília. Essa fusão levou o UROCENTRO a fortalecer suas propostas originais e a servir de modelo para a formação de outros grupos, fortalecendo o desenvolvimento da nossa especialidade em todo o DF.

Em 1992, o UROCENTRO adquiria a sua sede própria no Centro Clínico Sul, expondo-se à maior visibilidade junto ao seu público alvo e expandindo suas atividades.

No início da década de 2010, agregaram-se dois novos profissionais ao seu quadro médico, por um lado dando mais dinamismo às suas atividades e por outro promovendo a renovação dos seus quadros.

Em maio de 2011, visando dar novo fôlego a clínica e fomentar a renovação de seu quadro funcional, o grupo promoveu o desligamento de alguns profissionais, incorporou novos jovens profissionais e também estendeu um braço de atendimento no Hospital Santa Lúcia. Atualmente a clínica conta com dez urologistas.

No bojo dessas transformações, sempre visando o avanço do UROCENTRO, transferimos a sede da clínica para um novo e amplo espaço, com arquitetura contemporânea, localizada no Edifício Advance, Quadra 915 Sul e mantivemos o braço funcional no Hospital Santa Lúcia.